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Colabore – Pesquisa sobre o uso do Twitter

Pessoal, estou fazendo uma pesquisa sobre o uso do Twitter.
Pode parecer engraçado as perguntas e as opções de resposta, mas todas têm sua devida importância.

Gostaria de pedir que todos respondessem para colaborar. São basicamente duas perguntas apenas, rapidinho!
Se puderem enviar para outras pessoas também, quanto mais respostas melhor!
Há um botão para ‘twittar” ela logo mais abaixo.

Agradeço!

Se quiserem ler também sobre como o Twitter pode atrapalhar a sua produtividade no dia-a-dia, um texto que escrevi sobre o uso desta ferramenta.

Usabilidade de sites para celulares

No começo desta semana, o site useit.com do Jakob Nielsen, grande conhecedor sobre usabilidade, lançou os resultados de uma pesquisa sobre Mobile Usability, ou usabilidade para dispositivos móveis.
Recomendo a leitura do post na íntegra, mas vou fazer um pouco de tradução e um apanhado geral nos pontos que julgo serem mais pertinentes, com alguns comentários.

A ideia principal da pesquisa era descobrir o que torna um website em ser difícil ou não de ser acessado por dispositivos móveis (celulares, a grosso modo). Vários tipos de testes foram feitos, em diferentes países, com diferentes públicos, diferentes tipos de celular e claro, diferentes websites.
Nos estudos e testes, a média de sucesso foi de 59%, uma taxa maior do que a obtida em uma outra pesquisa feita na década de 90, mas ainda bem abaixo dos 80% de sucesso nos testes de websites em computadores.

Um comentário interessante do artigo é de que os pesquisadores acreditavam que viriam melhores resultados dos testes na Inglaterra e Grã-Bretanha do que nos Estados Unidos pelo fato de lá se ter uma tradição maior de uso de mobile services, mas perceberam que os mobile sites ingleses são tão fracos quanto os norte-americanos e os usuários lutam igualmente para conseguirem resolver seus problemas.

mobile

Os principais problemas que os mobile users (usuários de celulares) enfrentam são os já conhecidos:
– telas pequenas;
– difícil interface para comunicação entre dispositivo e usuário;
– demora para download e carregamento de páginas;
– sites mal elaborados.
Apesar de alguns pontos serem melhorados com o tempo e avanço tecnológico, como a velocidade para trafego de dados, mobile nunca será como desktop.

Nos celulares, é fácil acreditar que mobile sites específicos para eles são melhores de usar do que sites comuns para computadores desktop, mas os pesquisadores obtiveram a taxa de 64% de sucesso nos testes para estes sites específicos para dispositivos e acreditam que a diferença para os 53% obtidos nos testes com sites normais (para computadores desktop) é bem considerável, então, com certeza é válido se criar sites otimizados para os dispositivos móveis.

A melhor maneira de oferecer uma versão mobile de seu site é fazer com que o usuário não tenha de conhecer uma nova forma para acessá-lo e sim existir uma maneira para reconhecimento desse acesso e redirecionamento para o mobile site. Pode-se perceber bem isso com cases de aumento de tráfego sem o uso de um novo endereço para o mobile site.
É também recomendado deixar opções e links para troca da visualização “mobile” para a versão “full” ou “desktop” (ou vice-versa) nas páginas, caso, por exemplo, o usuário possua um celular que tenha melhores características e possibilite uma boa navegação e visualização do site normal (como o iPhone por exemplo).

Uma boa percepção na análise da pesquisa foi retirada da comparação com a pesquisa dos anos 90, onde o tempo para executar alguns testes foi maior do que antigamente.
Por que isso, já que provavelmente os mobile sites deveriam ter evoluído?
Antigamente o uso da Internet móvel era mais frequente pelo deck da operadora, que centralizava a grande maioria dos conteúdos. Hoje em dia, os usuários são mais voltados a buscas, então acabam por gastar um tempo maior digitando a busca e procurando um resultado.

Concluindo, ter usabilidade em dispositivos móveis é difícil!
Apenas ter um mobile site para celulares não é o suficiente. Mesmo celulares mais ricos nas funcionalidades (como iPhone por exemplo) não suportam o mesmo nível de usabilidade aplicado para computadores. Lembre-se sempre de considerar seu público alvo, o seu próprio produto… e veja mais dicas sobre criação de mobile sites com uma boa arquitetura da informação.

Ainda em dúvida por que criar e ter um mobile site?

Informações da pesquisa Mobile Usability.

Por que criar e ter um mobile site (site para celular)?

Não quero colocar números aqui porque logo eles ficariam desatualizados, mas vocês podem acreditar que cada vez mais o número de celulares aumenta, e o que aumenta ainda mais é o acesso a Internet por esses dispositivos móveis que estão na mão das pessoas nas praticamente 24 horas do dia. Esse crescimento, tanto no número de aparelhos (milhares de modelos diferentes e cada vez mais potentes) e no acesso a Internet (novas tecnologias que melhoram as redes de telefonia e a usabilidade na navegação presente nos novos aparelhos ao iPhone), para alguns, é o que vai ficar, e se você ou sua marca não for vista de forma agradável nesse novo meio e mundo, vai perder amigo.

Muito celular, bons aparelhos para usar Internet… Mas também os preços ainda são altos… Ah, não basta só fazer uma versão do meu site sem imagens, textos menores e que fique legal no celular? Miniaturizar?

Mobile sites não são apenas para se mostrar!
Se você acessa e usa a Internet pelo celular, já sabe que não é lugar onde o usuário fique ‘surfando’ e ‘pulando’ de site pra site.
A Mobile Web é boa para prestar serviços, trazer utilidades ao nosso dia a dia, ajudar a resolver problemas e acabar com necessidades urgentes.

No celular, você não fica navegando em milhares de sites, conversando com amigos por horas e conhecendo novas pessoas nas várias redes sociais. Os aparelhos e suas telas são pequenos, mouse e teclado são diferentes ou não existem, o processamento e suporte de tecnologias são menores que o acostumado…
Normalmente você entra direto no site desejado, resolve seu problema e pronto, rápido.
Esse acesso de um celular quando se está ao ar livre (on walk), para necessidades mais urgentes e emergenciais, acredito ser o mais comum.

Tá, mas o iPhone está aí para quebrar e mudar tudo isso. Facilitar a navegação e usabilidade da Internet nos aparelhos celulares… ele não conta? Ele abre as páginas normais…

Conta, conta sim. Realmente mudou a experiência dos usuários ao acessar a Internet, tem aumentado o tráfego dos mobile sites com suas visitas, mas ainda é pequena a sua porcentagem no mercado.
Uma maneira simples de ver isso é raciocinar que ele é apenas um modelo de uma marca num mundo de mais de 8 grandes marcas tendo cada uma vários modelos bem diferentes de aparelhos.

Vamos lá, crie um mobile site para você ou sua marca. Pelo menos para não desapontar o visitante que chega no seu site pelo celular mas que acaba baixando aquela página gigantesca, “pesada” e vê que gastou todos os créditos e não viu praticamente nada.
Usar uma lógica para descobrir se o visitante está acessando de um celular ou por um computador desktop é fácil e existem várias maneiras pela internet.

Será que estou pegando pesado??

[update]

Acessar a Internet pelo celular – história e tecnologias

Post da série “Acessar a Internet pelo celular

cell towerO telefone celular surgiu na década de 70, mas só começou a ser comercializado em 1983, e a primeira “versão” de internet para ele foi a chamada WAP (Wireless Application Protocol).
WAP surgiu como um protocolo de comunicação de dados para redes sem fio entre os dispositivos móveis, e o conteúdo acessado era escrito na linguagem de marcação WML (Wireless Markup Language).
WML é bem parecida com XML e foi criada justamente para atender as especificidades dos dispositivos móveis.

No surgimento do WAP, os celulares ainda eram muito limitados, telas e resoluções pequenas, poucas cores, etc, então não era possível “inventar” muito com a WML para se criar páginas. Ainda como outro problema também, a cobrança pelo uso da internet nos celulares pelas operadoras era feita por tempo de acesso, ou seja, nada viável para esse meio devido a sua lentidão na época.
Resumindo: a usabilidade por parte dos celulares era ruim, pouco conteúdo foi criado, os preços não eram nada animadores… nada ajudava a alavancar o uso da Internet móvel.

Como alternativa ao WML, foi criada a linguagem cHTML, que era suportada pelos celulares da rede DoCoMo no Japão. Linguagem semelhante ao HTML, mas com algumas limitações também.
A W3C padronizou a linguagem XHTML Basic para ser usada nos dispositivos móveis como melhor opção, já que os celulares estavam se tornando melhores e mais confiantes na hora de acessar e mostrar páginas da Internet.

mobile web standards evolution

As tecnologias foram avançando…
Os próprios aparelhos foram ficando melhores, com telas maiores, melhores resoluções e suporte a mais cores, processadores mais potentes; novos navegadores para celular foram sendo criados e aperfeiçoados… Mas ainda antes disso, a própria rede para os celulares cresceu.

As tecnologias de transmissão dos dados foram sendo aperfeiçoadas durante algumas fases que chamamos de gerações. Os pontos característicos de cada uma são:

  • 1G – transmissão analógica
  • 2G – transmissão digital – GSM, CDMA e TDMA
  • 2,5G – transmissão de dados por pacotes – GPRS, EDGE
  • 3G – mais recursos e maior velocidade

Com a transmissão de dados por pacotes, as operadoras começaram a cobrar por esse tráfego de dados e não mais pelo tempo na rede, o que de certa forma logo barateou um pouco o custo do acesso a Internet. Nessa fase ainda, os celulares já estavam mais preparados para uma boa experiência ao ver páginas especificamente criadas para eles, então a Internet móvel começou a renascer.

Começou a fase da chamada WAP 2.0, para se tentar acabar com o receio do uso da internet no celular causado pela WAP 1.0, onde tudo era lento, caro e feio.
A linguagem XHTML-MP veio aproximar as páginas da Web desktop das páginas específicas para celular, dando maior liberdade e opções de criação.

Com o passar do tempo e a rápida evolução de tecnologias e dispositivos, logo o boom da Internet móvel aconteceu.
Acessos mais velozes com as redes 3G ou mesmo WiFi’s; melhor apresentação das páginas com uso de linguagens mais próximas da Web tradicional e da diversidade de navegadores para celular; muito mais conteúdo próprio para os dispositivos móveis… tudo facilitando a portabilidade das informações e serviços da Internet para a palma da sua mão.

E assim, hoje a Internet móvel já é uma realidade que está aí para todos, com bastante conteúdo e serviços próprios para celular. Se você ainda não usa, não sabe o que está perdendo e nem como ela pode te ajudar em vários momentos do seu dia.

Conteúdo vs Apresentação – O que é mais importante e vale mais?

Dúvida cruel em muitas áreas: o que é mais importante, ter um bom conteúdo ou uma boa apresentação?
Eu vos respondo: ambos!!

Em vários momentos da nossa vida deparamos com essa questão e precisamos escolher se entregamos um resultado forte, com muito valor, ou se focamos em apresentar um produto bonito e chamativo.

Acredito que dependendo da situação, cada lado tem seu maior valor, mas com certeza, a soma deles dá mais que dois!
Se você um marketeiro ou publicitário, com certeza vai dar mais valor a apresentação de seu produto, para ele ser mais chamativo…
Se você é um cientista ou estudioso, vai preferir entregar resultados completos e coesos, com valor…

Mas a verdade é que uma coisa puxa a outra.

Se você não fisgar a atenção do leitor/comprador/usuário com sua apresentação, mesmo que seu conteúdo seja perfeito e completo, ele dificilmente vai merecer o crédito de ser lido…
E se seu conteúdo for muito bom, mas não ter uma ‘cara muito boa’, vai ficar pro final da fila…
Desista se não tiver conteúdo e só apresentação… ‘pagar de bonito’ não agrega nada…

Você tem um bom produto, e sabe disso?! Então gaste um pouquinho mais e faça uma boa apresentação dele!
Não vai só garantir quem realmente procura e se interessa por tal, mas também vai chamar atenção dos outros.

E você, o que acha? Comente!

Twitter – como usar sem atrapalhar a produtividade

twitter_logoEntrei no Twitter mais ou menos no meio de 2008. Essa época o serviço já tinha virado “modinha” e todo mundo estava usando. A adesão de usuários e seu uso frenético era tão grande que o sistema não suportava e ficava fora do ar com grande frequência, o que causou muitas discussões em alguns sites sobre as tecnologias e arquiteturas que o serviço usava. Mas mesmo assim e com vários outros similares concorrentes surgindo, ele se manteve no topo com os usuários fiéis.

Não sabe-se ao certo quantos usuários estão cadastrados, mas com o crescimento, API do serviço aberta, robôs foram criados, empresas entraram no sistema, vários usuários fakes foram criados…
Apesar da limitação de 140 caracteres por mensagem, muitas pessoas criaram estilos próprios de twittar e usar o site. Algumas como o Guy Kawasaki falam sobre como usam o Twitter.

Muitas pessoas usam o Twitter apenas enviando mensagens sobre o que estão fazendo, comendo ou sentido. Alguns geralmente tentam seguir o máximo de pessoas. Muitos usuários usam para vender seus produtos. Alguns compartilham leituras e aprendizados… São vários os estilos de twittar.

Eu pessoalmente uso o meu Twitter para seguir algumas pessoas, empresas e sites das áreas que me interessam, como mobile, internet, TI… fora os amigos.
Tento manter uma média de 50 a 60 pessoas que sigo para dar conta de ler todo o conteúdo gerado por eles.
O problema é que se você não tiver foco e um processo de organização e concentração, o Twitter pode te deixar extremamente improdutivo.

Primeiro a própria ideia do serviço de constantes atualizações e microblogging já prende as pessoas a ele. Acho que um pouco da sede do ser humano pela curiosidade da vida dos outros ajuda no sucesso e aumento do uso. E esse pode ser o mal da improdutividade para muitos.

Como eu uso o Twitter.
Constantemente seleciono quem sigo no Twitter. Como eu tento ao máximo usá-lo para compartilhar links e conteúdos úteis sobre os assuntos que gosto de forma mais rápida do que escrever no blog, procuro pessoas que fazem o mesmo. Quando acho alguém que parece interessante, dou uma olhada nos posts que ela faz para ver se apenas fica conversando com outras pessoas, ou falando coisas mais pessoais ou então, e melhor, compartilha conteúdos úteis.
Infelizmente, muitas pessoas acabaram por virar “estrelinhas” e publicar muita coisa que não me agregava em nada, então comecei a aplicar um ‘filtro’ e excluí-las, mesmo porque, os assuntos realmente relevantes, essas pessoas com certeza publicariam em seus blogs também, logo, mais tarde poderia ler.

Outro problema constante que tinha era com o uso do TwitterFox. Plugin para o Firefox que mostra as mensagens dos seus amigos com uma pop-up no navegador. Essa pop-up pulando de 5 em 5 minutos me deixava totalmente improdutivo porque sempre acabava levando a visão para as mensagens, dai ia ver o link comentado, depois links do link, e uma bola de neve ia se formando.
Poderia simplesmente tirar ou desativar o plugin, mas não queria fazê-lo porque por outro lado ele fazia a publicação das minhas mensagens ser bem mais prática
Inicialmente aumentei o tempo de atualização das mensagens, depois desativei as pop-ups… e para evitar clicar no número de mensagens não lidas, fui me policiando com o tempo para desconsiderar aquilo e só ver as mensagens nos intervalos de folga pra cabeça. Não foi fácil, mas hoje já tenho um bom controle para o plugin não me atrapalhar, junto com a quantidade mais reduzida e melhor de mensagens.

Outra coisa que me incomodava eram as mensagens diretas das pessoas para outras pessoas, conteúdos que geralmente não me interessavam. Então descobri que o próprio Twitter tem uma opção de filtro para os replies das pessoas. Na página de configurações do Twitter eu troquei para ver os @replies somente das pessoas que sigo, e não todos. Isso limpou muito a minha caixa de mensagens.

E é assim que tento fazer do Twitter uma ótima ferramenta para troca e compartilhamento de informações e conteúdo mas sem atrapalhar a minha produtividade diária.

E você, se tem Twitter, como o usa?? Deixe seu comentário, e também seu Twitter!! 😉

Acessar a Internet pelo celular – navegadores

Post da série “Acessar a Internet pelo celular

web cellphone A Internet hoje é, para muitos, realidade, hobby, profissão. Ela está cada dia mais presente nas casas, na nossa vida, e ficamos dependentes dela, seja pelos contatos, redes sociais, lazer e entretenimento, serviços…
Essa dependência pelo acesso constante a rede mundial encontrou um novo meio para ser saciada, o celular.

A internet no celular tem recebido grande apelo pelas diversas frentes de avanço tecnológico dos aparelhos e redes de operadoras, hypes, ‘mini-navegadores’ e serviços próprios para essa mídia, e são estes os assuntos que tratarei em alguns posts.

Todo acesso a rede mundial de computadores precisa de uma interface amigável para uma boa usabilidade e navegação – um navegador. E assim como nos computadores desktops, os celulares também possuem seus navegadores para realizarem essa função.

Normalmente, todo celular já vem com um navegador para acessar a internet. Nos mais antigos, a tecnologia ainda não possibilitava imagens nem cores. Hoje já vemos vídeos, temos zoom e outras funcionalidades. Tirando alguns celulares mais sofisticados, como o iPhone, geralmente o navegador embarcado de fábrica é mais simplório e foi visando esse nicho de mercado que muitas empresas criaram seus navegadores para estes aparelhos.

Alguns programas de terceiros já são bem difundidos (a exemplo o Opera Mini), e são feitos em linguagens comuns aos vários modelos para serem compatíveis e atenderem as necessidades de seus usuários. Outros, como o Skyfire, são desenvolvidos especificamente para uma série mais reduzida de modelos, aproveitando melhor assim as características desses aparelhos.

p1i web mobile Estes programas também têm características de tentar minimizar o abismo entre o que é acessar a internet por um computador desktop e um celular, melhorando a usabilidade e experiência do usuário – além do tamanho de tela reduzido, a maioria dos celulares não possui um teclado que facilite a entrada de texto e um mouse para uma navegação rápida por toda página.

Os navegadores têm trazido funcionalidades de zoom e adequação do conteúdo para uma melhor apresentação ao usuário, tentando assim resolver o problema da tela pequena. Alguns tentam reduzir os códigos das páginas para tornar o carregamento mais rápido e mais barato. Mostrar a versão mobile de muitos sites ou a versão desktop também é uma opção dos navegadores que possibilitam o zoom para melhorar a visualização do site, mas essa é uma discussão da One Web.

Se você não quer sofrer e ter uma boa usabilidade ao acessar a Internet pelo seu celular, recomendo que teste o navegador próprio do seu celular e também programas de terceiros. Tudo pode influenciar, desde o seu próprio uso e conteúdo visitado até como ter touch screen ou acesso mais rápido com 3G ou WiFi.

Então, se o seu celular não é nenhum da última linha de produção com as maiores telas e milhares de funcionalidades, mas já possui Java por exemplo, pode ter um navegador melhor para acessar a Internet e ter uma boa experiência.
Veja os reviews de alguns navegadores no JMobi parte 1, parte 2 e parte 3 para escolher o melhor para você.

Saiba um pouco mais sobre mobile browsers.