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Twitter – como usar sem atrapalhar a produtividade

twitter_logoEntrei no Twitter mais ou menos no meio de 2008. Essa época o serviço já tinha virado “modinha” e todo mundo estava usando. A adesão de usuários e seu uso frenético era tão grande que o sistema não suportava e ficava fora do ar com grande frequência, o que causou muitas discussões em alguns sites sobre as tecnologias e arquiteturas que o serviço usava. Mas mesmo assim e com vários outros similares concorrentes surgindo, ele se manteve no topo com os usuários fiéis.

Não sabe-se ao certo quantos usuários estão cadastrados, mas com o crescimento, API do serviço aberta, robôs foram criados, empresas entraram no sistema, vários usuários fakes foram criados…
Apesar da limitação de 140 caracteres por mensagem, muitas pessoas criaram estilos próprios de twittar e usar o site. Algumas como o Guy Kawasaki falam sobre como usam o Twitter.

Muitas pessoas usam o Twitter apenas enviando mensagens sobre o que estão fazendo, comendo ou sentido. Alguns geralmente tentam seguir o máximo de pessoas. Muitos usuários usam para vender seus produtos. Alguns compartilham leituras e aprendizados… São vários os estilos de twittar.

Eu pessoalmente uso o meu Twitter para seguir algumas pessoas, empresas e sites das áreas que me interessam, como mobile, internet, TI… fora os amigos.
Tento manter uma média de 50 a 60 pessoas que sigo para dar conta de ler todo o conteúdo gerado por eles.
O problema é que se você não tiver foco e um processo de organização e concentração, o Twitter pode te deixar extremamente improdutivo.

Primeiro a própria ideia do serviço de constantes atualizações e microblogging já prende as pessoas a ele. Acho que um pouco da sede do ser humano pela curiosidade da vida dos outros ajuda no sucesso e aumento do uso. E esse pode ser o mal da improdutividade para muitos.

Como eu uso o Twitter.
Constantemente seleciono quem sigo no Twitter. Como eu tento ao máximo usá-lo para compartilhar links e conteúdos úteis sobre os assuntos que gosto de forma mais rápida do que escrever no blog, procuro pessoas que fazem o mesmo. Quando acho alguém que parece interessante, dou uma olhada nos posts que ela faz para ver se apenas fica conversando com outras pessoas, ou falando coisas mais pessoais ou então, e melhor, compartilha conteúdos úteis.
Infelizmente, muitas pessoas acabaram por virar “estrelinhas” e publicar muita coisa que não me agregava em nada, então comecei a aplicar um ‘filtro’ e excluí-las, mesmo porque, os assuntos realmente relevantes, essas pessoas com certeza publicariam em seus blogs também, logo, mais tarde poderia ler.

Outro problema constante que tinha era com o uso do TwitterFox. Plugin para o Firefox que mostra as mensagens dos seus amigos com uma pop-up no navegador. Essa pop-up pulando de 5 em 5 minutos me deixava totalmente improdutivo porque sempre acabava levando a visão para as mensagens, dai ia ver o link comentado, depois links do link, e uma bola de neve ia se formando.
Poderia simplesmente tirar ou desativar o plugin, mas não queria fazê-lo porque por outro lado ele fazia a publicação das minhas mensagens ser bem mais prática
Inicialmente aumentei o tempo de atualização das mensagens, depois desativei as pop-ups… e para evitar clicar no número de mensagens não lidas, fui me policiando com o tempo para desconsiderar aquilo e só ver as mensagens nos intervalos de folga pra cabeça. Não foi fácil, mas hoje já tenho um bom controle para o plugin não me atrapalhar, junto com a quantidade mais reduzida e melhor de mensagens.

Outra coisa que me incomodava eram as mensagens diretas das pessoas para outras pessoas, conteúdos que geralmente não me interessavam. Então descobri que o próprio Twitter tem uma opção de filtro para os replies das pessoas. Na página de configurações do Twitter eu troquei para ver os @replies somente das pessoas que sigo, e não todos. Isso limpou muito a minha caixa de mensagens.

E é assim que tento fazer do Twitter uma ótima ferramenta para troca e compartilhamento de informações e conteúdo mas sem atrapalhar a minha produtividade diária.

E você, se tem Twitter, como o usa?? Deixe seu comentário, e também seu Twitter!! 😉

Mobile web design – dicas, boas práticas, usabilidade, tendências…

cellphone A Smashing Magazine publicou no começo da semana um artigo muito bom titulado Mobile Web Design Trends For 2009.

O artigo é bem completo e trata de vários pontos cruciais em desenvolvimento para mobile web.
É comentado sobre o crescimento da velocidade da internet para os dispositivos móveis e com isso a maior liberdade de uso de imagens e até vídeos….
Também se fala um pouco do uso de sub-domínios como m. ao invés do .mobi (assunto bem discutido pelo Eric Santos [Que endereço escolher para o meu mobile site?] e pelo Beto Toledo [Qual o domínio certo para um site mobile?])
Traz as dificuldades que os designers têm com a variedade de tamanhos de telas e o celular como novo meio e mídia….
Mostra algumas dicas técnicas e não-técnicas para o desenvolvimento de mobile sites como o bom uso da linguagem até conhecer seu público-alvo. Mais sobre isso, recomendo também a leitura do meu post sobre “Criação de mobile sites com uma boa arquitetura da informação”.
Para fechar, recomendações sobre testar sua criação em várias ferramentas e validadores mostram como é importante dar valor a todas boas práticas para garantir o sucesso na maioria de aparelhos.

O que sempre digo: criar mobile sites não é um bicho de 7 cabeças, apenas é necessário conhecer as limitações desse mundo e sempre ter em mente todas boas práticas.

Ainda hoje li dois bons artigos da Talita Pagani no Outrolado: Websites para mobile não são miniaturas dos sites convencionais – parte 1 e parte 2. Fica a dica…

[update]
Três sugestões do Guy:
Effective Design for Multiple Screen Sizes
Mobile App Design: Getting to the Point – Part I
Mobile App Design: Getting to the Point – Part II

[enquete] Usabilidade: rolar a página (scroll) ou navegar em links (click)?

Muitos sites têm bastante conteúdo para entregar aos seus visitantes, sejam estes conteúdos do mesmo assunto ou de diferentes.
Agora, qual a melhor opção para ver estes conteúdos? Ficar rolando a página para baixo e lendo muitos parágrafos ou ir navegando em páginas??

Estou criando uma enquete para essa questão de usabilidade. Não estou me referindo a links do tipo “leia mais” muito utilizado em blogs, mas sim separação de capítulos por exemplo.


Para ter/ver mais conteúdo de um site, você prefere:

ficar rolando a página para baixo.
navegar e clicar em vários links.

Votar
resultado parcial…

Com uma pesquisa rápida no google, achei dois textos interessantes sobre a questão:
A Convergência das Mídias: Estudos de usuários (estudos sobre clicar vs rolar no meio da página)
Usabilidade & Arquitetura da Informação: Clique vs Scroll: “Leia Mais” em Blogs (Parte 2 de 4)

Deixem seus comentários sobre o que acham melhor!

Qual domínio seria mais bacana? [enquete]

[update] votação encerada! Houve empate e decidi por pedrobachiega.com
Qual domínio seria mais bacana?
pedrobachiega.com.br ……… 43,75% (7 votos)
peddrin.com.br ……………….. 43,75% (7 votos)
pe2drin.com.br ……………….. 12,50% (2 votos)
Total: ……………………………. 16 votos

Pessoal, já tem um tempo que quero comprar meu domínio próprio.
Preciso fazê-lo, todo mundo reclama que esse endereço é muito difícil de lembrar.

Por isso, venho à vocês perguntar: Qual domínio é mais bacana para eu comprar?

As 3 opções que trago são simples, mas se alguém tiver uma sugestão envie por favor!!
Deixem seus comentários também, eles são muito valiosos!!

pedrobachiega.com.br – seria melhor social e profissionalmente. Ajuda nas buscas também.
peddrin.com.br – mais livre. Combina melhor com meu slogan: “O blog de 2d”. Sugestão do Gui.
pe2drin.com.br – nome e apelido juntos. Mais descontraido.

Link externo para enquete

mKut (aplicativo para acesso ao orkut pelo celular) saí no G1

Pessoal, essa sexta-feira (03/08) foi agitada.

No meio da tarde, um conhecido nos ligou na Praesto dizendo que estava vendo uma matéria no Globo News, canal da TV à cabo, que falava do nosso aplicativo mKut que faz acesso ao orkut pelo celular.
De início já ficamos muito contentes por essa veiculação inesperada do nosso aplicativo, mas isso aumentou quando fomos olhar na internet o que estava acontecendo.

Achamos a matéria sobre o mKut no G1 da Globo.com que descrevia e trazia informações do aplicativo. O artigo trazia também um link do baixatudo onde você pode baixar o aplicativo.
A matéria ficou muito boa e ficou por mais de 3 horas na capa do G1. 😀

O mais surpreendente foi ver no baixatudo, o crescimento do número de downloads do aplicativo e ele alcançar ótimas colocações nos Top 10 da semana e Top 10 do mês!! Bacana foi ver também que o pessoal gostou do aplicativo!!

Pra quem ainda não conhece o mKut, ele é um dos aplicativos para celulares do Portal JMobi que faz sua conexão com o Orkut para você ver seus scraps e respondê-los, ver os aniversários de seus amigos, fotos…. O aplicativo é feito em Java e pode ser baixado diretamente pelo seu celular do site wap http://wap.jmobi.com.br ou então da sua página no JMobi e depois transferido pelo celular via cabo, Bluetooth ou infra-vermelho.

mKut, o Orkut em qualquer lugar e a qualquer hora, no seu bolso!!

[update]
Pessoal tem perguntado sobre o custo:
Pegando um exemplo de fazer login e ver seus recados e responder dois, você gasta entre R$ 0,06 e R$ 0,15 dependendo da sua operadora.

Veja a tabela completa aqui.
[/update]

Faculdades, profissão, empregos… o que fazer?!

De uns tempos pra cá, eu tenho visto e pensado em muitas coisas relacionadas a carreira de trabalho, profissão, minhas áreas de conhecimentos e coisas afins, e isto me rendeu boas leituras e conversas.

Pessoal que me conhece e pra quem quer me conhecer, eu sou estudante de Ciências da Computação e atualmente trabalho em uma empresa que faz aplicativos pra celular e serviços web atuando nessas duas frentes. Tenho me identificado bastante com a área de web, não somente criação de páginas e tal, mas conceitos e formas de melhorá-la.

O meu ponto de vista atual é que, nessa área de TI, o que mais importa é o seu nível de conhecimento, seja ele amplo ou específico. Sendo amplo, melhor, mas tenha sempre algo específico; não vale nada você saber um pouco de tudo mas não ter prática para trabalhar com aquilo. Ok, e esse conhecimento, melhor vir de onde??

As fontes de conhecimentos hoje são inúmeras (apesar de muitas se concetrarem disponíveis na internet), mas temos os cursos práticos, cursos técnicos, escolas e faculdades de ensino superior, estágios e empresas juniores e até mesmo o auto-conhecimento. Elas vão fazer diferença dependendo de cada caso. Conheci exemplos de pessoas que tinham apenas curso técnico mas um ótimo conhecimento numa certa área, e com isso conseguiu entrar numa empresa e se dar muito bem, melhor mesmo até que pessoas com ensino superior. Muitas pessoas falam que no exterior, nada importa o nosso diploma e sim os conhecimentos mesmo que temos e mostramos.
Cada caso é um caso…

O Diego do Tableless escreveu um artigo bacana, Faculdade, cursos e conhecimento, que ele fala sobre especialização de pessoas na área de desenvolvimento para web. Gostei do exemplo que ele escreveu que surgiu de uma conversa dele:

” se o Google decide contratar um desenvolvedor web para a equipe do Orkut, por exemplo, um desenvolvedor que cursa algo relacionado à Ciência Sociais seria um destaque.
E ele tem razão. Um profissional que consiga consiliar suas especialidades técnicas de desenvolvimento web com seu conhecimento em Ciências Sociais, seria muito valioso para o trabalho com comunidades, comportamento de massas e tudo que uma rede social como o Orkut representa… Ele teria uma mente aberta para novas idéias e saberia quais caminhos tomar para implementá-las.
Outro exemplo básico: qual curso o desenvolvedor que trabalha diretamente com AI (Arquitetura de Informação) poderia fazer? Biblioteconomia seria interessantíssimo. Diretamente o curso não tem nada a ver com tecnologia e nem precisa ter. O cara adaptaria o conhecimento que ele aprenderia em Blibioteconomia para a área de web.”

Na verdade não sei se chega a tanto como o exemplo: a pessoa cursar uma coisa totalmente diferente e trabalhar em TI; mas ter conhecimentos amplos faz bem.

A verdade é que hoje ainda acontece muito a relevância sim do seu passado acadêmico, mas, as novas empresas que estão surgindo, estão considerando é o que você sabe, o quanto de coisas novas você pode aprender, a sua vontade para o tal, e como será o seu aprendizado (o “aprender a aprender”).

Pessoalmente não desconsidero quem não tem um ensino superior, porque hoje, quase tudo se aprende fora da faculdade e/ou por si próprio, mas também acho que a faculdade te traz um bom senso crítico e que te ensina a se virar na vida.

Como havia dito, cada caso é um caso. Sua área pode não necessitar de um ensino superior para você se sair um grande profissional. Mas não é por isso que você deva deixar de lado as faculdades e universidades. Lembre-se, aprender nunca é demais!

Não esqueça de deixar seu comentário!