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Colabore – Pesquisa sobre o uso do Twitter

Pessoal, estou fazendo uma pesquisa sobre o uso do Twitter.
Pode parecer engraçado as perguntas e as opções de resposta, mas todas têm sua devida importância.

Gostaria de pedir que todos respondessem para colaborar. São basicamente duas perguntas apenas, rapidinho!
Se puderem enviar para outras pessoas também, quanto mais respostas melhor!
Há um botão para ‘twittar” ela logo mais abaixo.

Agradeço!

Se quiserem ler também sobre como o Twitter pode atrapalhar a sua produtividade no dia-a-dia, um texto que escrevi sobre o uso desta ferramenta.

Twitter – como usar sem atrapalhar a produtividade

twitter_logoEntrei no Twitter mais ou menos no meio de 2008. Essa época o serviço já tinha virado “modinha” e todo mundo estava usando. A adesão de usuários e seu uso frenético era tão grande que o sistema não suportava e ficava fora do ar com grande frequência, o que causou muitas discussões em alguns sites sobre as tecnologias e arquiteturas que o serviço usava. Mas mesmo assim e com vários outros similares concorrentes surgindo, ele se manteve no topo com os usuários fiéis.

Não sabe-se ao certo quantos usuários estão cadastrados, mas com o crescimento, API do serviço aberta, robôs foram criados, empresas entraram no sistema, vários usuários fakes foram criados…
Apesar da limitação de 140 caracteres por mensagem, muitas pessoas criaram estilos próprios de twittar e usar o site. Algumas como o Guy Kawasaki falam sobre como usam o Twitter.

Muitas pessoas usam o Twitter apenas enviando mensagens sobre o que estão fazendo, comendo ou sentido. Alguns geralmente tentam seguir o máximo de pessoas. Muitos usuários usam para vender seus produtos. Alguns compartilham leituras e aprendizados… São vários os estilos de twittar.

Eu pessoalmente uso o meu Twitter para seguir algumas pessoas, empresas e sites das áreas que me interessam, como mobile, internet, TI… fora os amigos.
Tento manter uma média de 50 a 60 pessoas que sigo para dar conta de ler todo o conteúdo gerado por eles.
O problema é que se você não tiver foco e um processo de organização e concentração, o Twitter pode te deixar extremamente improdutivo.

Primeiro a própria ideia do serviço de constantes atualizações e microblogging já prende as pessoas a ele. Acho que um pouco da sede do ser humano pela curiosidade da vida dos outros ajuda no sucesso e aumento do uso. E esse pode ser o mal da improdutividade para muitos.

Como eu uso o Twitter.
Constantemente seleciono quem sigo no Twitter. Como eu tento ao máximo usá-lo para compartilhar links e conteúdos úteis sobre os assuntos que gosto de forma mais rápida do que escrever no blog, procuro pessoas que fazem o mesmo. Quando acho alguém que parece interessante, dou uma olhada nos posts que ela faz para ver se apenas fica conversando com outras pessoas, ou falando coisas mais pessoais ou então, e melhor, compartilha conteúdos úteis.
Infelizmente, muitas pessoas acabaram por virar “estrelinhas” e publicar muita coisa que não me agregava em nada, então comecei a aplicar um ‘filtro’ e excluí-las, mesmo porque, os assuntos realmente relevantes, essas pessoas com certeza publicariam em seus blogs também, logo, mais tarde poderia ler.

Outro problema constante que tinha era com o uso do TwitterFox. Plugin para o Firefox que mostra as mensagens dos seus amigos com uma pop-up no navegador. Essa pop-up pulando de 5 em 5 minutos me deixava totalmente improdutivo porque sempre acabava levando a visão para as mensagens, dai ia ver o link comentado, depois links do link, e uma bola de neve ia se formando.
Poderia simplesmente tirar ou desativar o plugin, mas não queria fazê-lo porque por outro lado ele fazia a publicação das minhas mensagens ser bem mais prática
Inicialmente aumentei o tempo de atualização das mensagens, depois desativei as pop-ups… e para evitar clicar no número de mensagens não lidas, fui me policiando com o tempo para desconsiderar aquilo e só ver as mensagens nos intervalos de folga pra cabeça. Não foi fácil, mas hoje já tenho um bom controle para o plugin não me atrapalhar, junto com a quantidade mais reduzida e melhor de mensagens.

Outra coisa que me incomodava eram as mensagens diretas das pessoas para outras pessoas, conteúdos que geralmente não me interessavam. Então descobri que o próprio Twitter tem uma opção de filtro para os replies das pessoas. Na página de configurações do Twitter eu troquei para ver os @replies somente das pessoas que sigo, e não todos. Isso limpou muito a minha caixa de mensagens.

E é assim que tento fazer do Twitter uma ótima ferramenta para troca e compartilhamento de informações e conteúdo mas sem atrapalhar a minha produtividade diária.

E você, se tem Twitter, como o usa?? Deixe seu comentário, e também seu Twitter!! 😉

FriendFeed – rede social de lifestreaming

FriendFeed

FriendFeed é mais um serviço da Web 2.0 que faz lifestreaming dos seus conhecidos e amigos. Conheça ele e o meu.

OK, vamos por partes.
O conceito de lifestreaming vem da idéia de concentrar todas as atividades e conteúdo produzidos por uma pessoa. O Wasabi foi um serviço que tentou fazer isso há um bom tempo atrás mas não era sua hora ainda. Hoje, tanto Facebook como Orkut, já fazem isso mostrando as atualizações dos usuários.
O Tiago Dória falou bem sobre no futuro seguiremos pessoas e não apenas blogs, vale uma pasada por lá.

Ta certo, então, juntar conteúdo gerado por pessoas?
Blogs, RSS’s estão crescendo tanto na Internet que é impossível de acompanhar o fluxo tão grande de informações. Para resolver isso, tentamos agrupar os que mais nos interessam em agregadores, como Netvibes, e facilitar um pouco. Mas, ainda sim, não temos 6 horas diárias livres para ler tudo (ou vocês têm??? 🙄 ).

Todos temos conhecidos, amigos, companheiros de trabalho que muitas vezes tem os mesmos interesses de leitura, seguem os mesmos blogs, etc, então é bem mais fácil ver o que eles estão lendo e recomendando, ou seja, já filtraram os conteúdos.
Então, com ferramentas agregadoras de feed’s, como Google Reader e Netvibes, podemos ir publicando o que nos interessa para compartilhar com outras pessoas.

Mas, a Internet tem muitos mais… Daí, com o FriendFeed, você cadastra suas contas de del.icio.us, Flickr, twitter, blogs, Last.fm, Youtube e muitos outros serviços para mostrar ao mundo o que anda fazendo, lendo, vendo.
E, encontrando seus amigos, você vê o que eles estão fazendo…
O serviço está crescendo bastante e muitas outras ferramentas para ele estão surgindo.

Pessoalmente só tem uma coisa que não gosto nele: não dá pra filtrar serviços que eu não queira ver. Por exemplo, o pessoal escreve muito no twitter e isso polui muito o conteúdo, fica ruim de acompanhar…

Pessoal que já falou e está no FriendFeed:
Elcio Ferreira
Luiza Voll
Fábio Seixas
Terence Reis
Tiago Dória
muitos outros…

É isso aí pessoal, a Internet vai engolir a gente ainda com tanta coisa (ou já engoliu?).

Links
FriendFeed Pedro Bachiega
Atividades do Netvibes Pedro Bachiega
Netvibes Pedro Bachiega

Netvibes ginger – rede social de feeds RSS aberta

Galera, faz umas duas semanas que havia conseguido um convite pra entrar e testar a versão Ginger do Netvibes.
Acontece que agora eles já liberaram tudo de uma vez e qualquer pessoa pode ter sua página.

Essa nova versão, é mais uma rede social para coleção.
Trata-se da sua página inicial + leitor RSS numa versão pública junto com sua lista de amigos e seguidores de feeds. Como iGoogle, por exemplo.
Agora compartilhar seus feeds ficou fácil.

my netvibes ginger

Demorei um tempo para começar a acertar a minha página e ainda nem acabei…
Fiquem a vontade para dar uma olhada, aproveitar e conhecer um pouco do que leio geralmente. Pra quem já tem conta do Netvibes, até dá pra deixar uns recados…
Acessem: www.netvibes.com/pedrobachiega

Ainda estou um pouco na correria, acertando a vida, voltando a rotina, e com o tempo vou incrementando os outros RSS’s que leio, mesmo porque estou dando uma atualizada na lista, dando uma limpada e tal…

Ah, e pra quem achar que esse post é patrocinado, não viaja… uso há tempos e o negócio é bom mesmo! 😉

Faculdades, profissão, empregos… o que fazer?!

De uns tempos pra cá, eu tenho visto e pensado em muitas coisas relacionadas a carreira de trabalho, profissão, minhas áreas de conhecimentos e coisas afins, e isto me rendeu boas leituras e conversas.

Pessoal que me conhece e pra quem quer me conhecer, eu sou estudante de Ciências da Computação e atualmente trabalho em uma empresa que faz aplicativos pra celular e serviços web atuando nessas duas frentes. Tenho me identificado bastante com a área de web, não somente criação de páginas e tal, mas conceitos e formas de melhorá-la.

O meu ponto de vista atual é que, nessa área de TI, o que mais importa é o seu nível de conhecimento, seja ele amplo ou específico. Sendo amplo, melhor, mas tenha sempre algo específico; não vale nada você saber um pouco de tudo mas não ter prática para trabalhar com aquilo. Ok, e esse conhecimento, melhor vir de onde??

As fontes de conhecimentos hoje são inúmeras (apesar de muitas se concetrarem disponíveis na internet), mas temos os cursos práticos, cursos técnicos, escolas e faculdades de ensino superior, estágios e empresas juniores e até mesmo o auto-conhecimento. Elas vão fazer diferença dependendo de cada caso. Conheci exemplos de pessoas que tinham apenas curso técnico mas um ótimo conhecimento numa certa área, e com isso conseguiu entrar numa empresa e se dar muito bem, melhor mesmo até que pessoas com ensino superior. Muitas pessoas falam que no exterior, nada importa o nosso diploma e sim os conhecimentos mesmo que temos e mostramos.
Cada caso é um caso…

O Diego do Tableless escreveu um artigo bacana, Faculdade, cursos e conhecimento, que ele fala sobre especialização de pessoas na área de desenvolvimento para web. Gostei do exemplo que ele escreveu que surgiu de uma conversa dele:

” se o Google decide contratar um desenvolvedor web para a equipe do Orkut, por exemplo, um desenvolvedor que cursa algo relacionado à Ciência Sociais seria um destaque.
E ele tem razão. Um profissional que consiga consiliar suas especialidades técnicas de desenvolvimento web com seu conhecimento em Ciências Sociais, seria muito valioso para o trabalho com comunidades, comportamento de massas e tudo que uma rede social como o Orkut representa… Ele teria uma mente aberta para novas idéias e saberia quais caminhos tomar para implementá-las.
Outro exemplo básico: qual curso o desenvolvedor que trabalha diretamente com AI (Arquitetura de Informação) poderia fazer? Biblioteconomia seria interessantíssimo. Diretamente o curso não tem nada a ver com tecnologia e nem precisa ter. O cara adaptaria o conhecimento que ele aprenderia em Blibioteconomia para a área de web.”

Na verdade não sei se chega a tanto como o exemplo: a pessoa cursar uma coisa totalmente diferente e trabalhar em TI; mas ter conhecimentos amplos faz bem.

A verdade é que hoje ainda acontece muito a relevância sim do seu passado acadêmico, mas, as novas empresas que estão surgindo, estão considerando é o que você sabe, o quanto de coisas novas você pode aprender, a sua vontade para o tal, e como será o seu aprendizado (o “aprender a aprender”).

Pessoalmente não desconsidero quem não tem um ensino superior, porque hoje, quase tudo se aprende fora da faculdade e/ou por si próprio, mas também acho que a faculdade te traz um bom senso crítico e que te ensina a se virar na vida.

Como havia dito, cada caso é um caso. Sua área pode não necessitar de um ensino superior para você se sair um grande profissional. Mas não é por isso que você deva deixar de lado as faculdades e universidades. Lembre-se, aprender nunca é demais!

Não esqueça de deixar seu comentário!