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Erro no feed RSS do seu blog WordPress ou FeedBurner não atualizado

feed rss Se você usa WordPress com versão acima da 2.6, leia isso e veja se também não está com problemas no feed RSS do seu blog.

Essa semana o @marcelo_abib veio falar comigo no twitter umas coisas de mobile web e disse também que meu feed RSS estava desatualizado. Fui ver o que estava acontecendo com o WordPress ou com o FeedBurner.

Acessando pelo FeedBurner realmente estava desatualizado, e quando acessei diretamente no WordPress vi o problema da má formatação do XML. Na verdade se tratava de uma linha em branco no começo da página antes da declaração XML (<?xml ... ?>), o que não pode acontecer.

Tentei arrumar buscando alguma função em PHP que limpasse o output stream da página para eu colocar antes de escrever a declaração XML, mas não tive muito sucesso.
Procurei no Google pelo erro e achei uma página que explica o problema da linha branca antes da declaração XML no WordPress e dá algumas soluções. Como sou preguiçoso as vezes, tentei achar algo mais prático.

Achei então o plugin Fix RSS Feeds para WordPress que implementava as dicas do site FeedValidator. Instale, ative-o e na página de configuração dele, mande-o rodar. Ele vai alterar praticamente todos os seus arquivos do WordPress e corrigir o problema.
Show! O feed RSS nativo do WordPress voltou a funcionar.

Mas ainda no painel do FeedBurner eu recebia o erro de “read timeout error” ao fazer o pedido de Resync Feed para forçar um resincronismo.

Achei na página do FeedBurner de problemas conhecidos uma explicação sobre a mensagem de erro e que trazia um link de uma entrada no fórum do WordPress dizendo que esse problema poderia ser causado por alguns outros plugins instalados no seu blog. O FeedBurner sugere a instalação de um plugin que corrigiria isso e faria algumas coisas a mais, mas eu não cheguei a testá-lo.
No meu caso, não queria procurar o plugin com problema, então apenas diminuí para que meu feed RSS mostrasse 5 posts.
Tudo funcionando perfeitamente depois disso!

[update] Dica do José Augusto com outra forma de resolver o problema, solução proposta no blog de Lula Ribeiro.

Se estiver passando por esse problema e não conseguiu solucioná-lo, entre em contato comigo que terei prazer em ajudar!

Acessar a Internet pelo celular – história e tecnologias

Post da série “Acessar a Internet pelo celular

cell towerO telefone celular surgiu na década de 70, mas só começou a ser comercializado em 1983, e a primeira “versão” de internet para ele foi a chamada WAP (Wireless Application Protocol).
WAP surgiu como um protocolo de comunicação de dados para redes sem fio entre os dispositivos móveis, e o conteúdo acessado era escrito na linguagem de marcação WML (Wireless Markup Language).
WML é bem parecida com XML e foi criada justamente para atender as especificidades dos dispositivos móveis.

No surgimento do WAP, os celulares ainda eram muito limitados, telas e resoluções pequenas, poucas cores, etc, então não era possível “inventar” muito com a WML para se criar páginas. Ainda como outro problema também, a cobrança pelo uso da internet nos celulares pelas operadoras era feita por tempo de acesso, ou seja, nada viável para esse meio devido a sua lentidão na época.
Resumindo: a usabilidade por parte dos celulares era ruim, pouco conteúdo foi criado, os preços não eram nada animadores… nada ajudava a alavancar o uso da Internet móvel.

Como alternativa ao WML, foi criada a linguagem cHTML, que era suportada pelos celulares da rede DoCoMo no Japão. Linguagem semelhante ao HTML, mas com algumas limitações também.
A W3C padronizou a linguagem XHTML Basic para ser usada nos dispositivos móveis como melhor opção, já que os celulares estavam se tornando melhores e mais confiantes na hora de acessar e mostrar páginas da Internet.

mobile web standards evolution

As tecnologias foram avançando…
Os próprios aparelhos foram ficando melhores, com telas maiores, melhores resoluções e suporte a mais cores, processadores mais potentes; novos navegadores para celular foram sendo criados e aperfeiçoados… Mas ainda antes disso, a própria rede para os celulares cresceu.

As tecnologias de transmissão dos dados foram sendo aperfeiçoadas durante algumas fases que chamamos de gerações. Os pontos característicos de cada uma são:

  • 1G – transmissão analógica
  • 2G – transmissão digital – GSM, CDMA e TDMA
  • 2,5G – transmissão de dados por pacotes – GPRS, EDGE
  • 3G – mais recursos e maior velocidade

Com a transmissão de dados por pacotes, as operadoras começaram a cobrar por esse tráfego de dados e não mais pelo tempo na rede, o que de certa forma logo barateou um pouco o custo do acesso a Internet. Nessa fase ainda, os celulares já estavam mais preparados para uma boa experiência ao ver páginas especificamente criadas para eles, então a Internet móvel começou a renascer.

Começou a fase da chamada WAP 2.0, para se tentar acabar com o receio do uso da internet no celular causado pela WAP 1.0, onde tudo era lento, caro e feio.
A linguagem XHTML-MP veio aproximar as páginas da Web desktop das páginas específicas para celular, dando maior liberdade e opções de criação.

Com o passar do tempo e a rápida evolução de tecnologias e dispositivos, logo o boom da Internet móvel aconteceu.
Acessos mais velozes com as redes 3G ou mesmo WiFi’s; melhor apresentação das páginas com uso de linguagens mais próximas da Web tradicional e da diversidade de navegadores para celular; muito mais conteúdo próprio para os dispositivos móveis… tudo facilitando a portabilidade das informações e serviços da Internet para a palma da sua mão.

E assim, hoje a Internet móvel já é uma realidade que está aí para todos, com bastante conteúdo e serviços próprios para celular. Se você ainda não usa, não sabe o que está perdendo e nem como ela pode te ajudar em vários momentos do seu dia.

Twitter – como usar sem atrapalhar a produtividade

twitter_logoEntrei no Twitter mais ou menos no meio de 2008. Essa época o serviço já tinha virado “modinha” e todo mundo estava usando. A adesão de usuários e seu uso frenético era tão grande que o sistema não suportava e ficava fora do ar com grande frequência, o que causou muitas discussões em alguns sites sobre as tecnologias e arquiteturas que o serviço usava. Mas mesmo assim e com vários outros similares concorrentes surgindo, ele se manteve no topo com os usuários fiéis.

Não sabe-se ao certo quantos usuários estão cadastrados, mas com o crescimento, API do serviço aberta, robôs foram criados, empresas entraram no sistema, vários usuários fakes foram criados…
Apesar da limitação de 140 caracteres por mensagem, muitas pessoas criaram estilos próprios de twittar e usar o site. Algumas como o Guy Kawasaki falam sobre como usam o Twitter.

Muitas pessoas usam o Twitter apenas enviando mensagens sobre o que estão fazendo, comendo ou sentido. Alguns geralmente tentam seguir o máximo de pessoas. Muitos usuários usam para vender seus produtos. Alguns compartilham leituras e aprendizados… São vários os estilos de twittar.

Eu pessoalmente uso o meu Twitter para seguir algumas pessoas, empresas e sites das áreas que me interessam, como mobile, internet, TI… fora os amigos.
Tento manter uma média de 50 a 60 pessoas que sigo para dar conta de ler todo o conteúdo gerado por eles.
O problema é que se você não tiver foco e um processo de organização e concentração, o Twitter pode te deixar extremamente improdutivo.

Primeiro a própria ideia do serviço de constantes atualizações e microblogging já prende as pessoas a ele. Acho que um pouco da sede do ser humano pela curiosidade da vida dos outros ajuda no sucesso e aumento do uso. E esse pode ser o mal da improdutividade para muitos.

Como eu uso o Twitter.
Constantemente seleciono quem sigo no Twitter. Como eu tento ao máximo usá-lo para compartilhar links e conteúdos úteis sobre os assuntos que gosto de forma mais rápida do que escrever no blog, procuro pessoas que fazem o mesmo. Quando acho alguém que parece interessante, dou uma olhada nos posts que ela faz para ver se apenas fica conversando com outras pessoas, ou falando coisas mais pessoais ou então, e melhor, compartilha conteúdos úteis.
Infelizmente, muitas pessoas acabaram por virar “estrelinhas” e publicar muita coisa que não me agregava em nada, então comecei a aplicar um ‘filtro’ e excluí-las, mesmo porque, os assuntos realmente relevantes, essas pessoas com certeza publicariam em seus blogs também, logo, mais tarde poderia ler.

Outro problema constante que tinha era com o uso do TwitterFox. Plugin para o Firefox que mostra as mensagens dos seus amigos com uma pop-up no navegador. Essa pop-up pulando de 5 em 5 minutos me deixava totalmente improdutivo porque sempre acabava levando a visão para as mensagens, dai ia ver o link comentado, depois links do link, e uma bola de neve ia se formando.
Poderia simplesmente tirar ou desativar o plugin, mas não queria fazê-lo porque por outro lado ele fazia a publicação das minhas mensagens ser bem mais prática
Inicialmente aumentei o tempo de atualização das mensagens, depois desativei as pop-ups… e para evitar clicar no número de mensagens não lidas, fui me policiando com o tempo para desconsiderar aquilo e só ver as mensagens nos intervalos de folga pra cabeça. Não foi fácil, mas hoje já tenho um bom controle para o plugin não me atrapalhar, junto com a quantidade mais reduzida e melhor de mensagens.

Outra coisa que me incomodava eram as mensagens diretas das pessoas para outras pessoas, conteúdos que geralmente não me interessavam. Então descobri que o próprio Twitter tem uma opção de filtro para os replies das pessoas. Na página de configurações do Twitter eu troquei para ver os @replies somente das pessoas que sigo, e não todos. Isso limpou muito a minha caixa de mensagens.

E é assim que tento fazer do Twitter uma ótima ferramenta para troca e compartilhamento de informações e conteúdo mas sem atrapalhar a minha produtividade diária.

E você, se tem Twitter, como o usa?? Deixe seu comentário, e também seu Twitter!! 😉

Acessar a Internet pelo celular – navegadores

Post da série “Acessar a Internet pelo celular

web cellphone A Internet hoje é, para muitos, realidade, hobby, profissão. Ela está cada dia mais presente nas casas, na nossa vida, e ficamos dependentes dela, seja pelos contatos, redes sociais, lazer e entretenimento, serviços…
Essa dependência pelo acesso constante a rede mundial encontrou um novo meio para ser saciada, o celular.

A internet no celular tem recebido grande apelo pelas diversas frentes de avanço tecnológico dos aparelhos e redes de operadoras, hypes, ‘mini-navegadores’ e serviços próprios para essa mídia, e são estes os assuntos que tratarei em alguns posts.

Todo acesso a rede mundial de computadores precisa de uma interface amigável para uma boa usabilidade e navegação – um navegador. E assim como nos computadores desktops, os celulares também possuem seus navegadores para realizarem essa função.

Normalmente, todo celular já vem com um navegador para acessar a internet. Nos mais antigos, a tecnologia ainda não possibilitava imagens nem cores. Hoje já vemos vídeos, temos zoom e outras funcionalidades. Tirando alguns celulares mais sofisticados, como o iPhone, geralmente o navegador embarcado de fábrica é mais simplório e foi visando esse nicho de mercado que muitas empresas criaram seus navegadores para estes aparelhos.

Alguns programas de terceiros já são bem difundidos (a exemplo o Opera Mini), e são feitos em linguagens comuns aos vários modelos para serem compatíveis e atenderem as necessidades de seus usuários. Outros, como o Skyfire, são desenvolvidos especificamente para uma série mais reduzida de modelos, aproveitando melhor assim as características desses aparelhos.

p1i web mobile Estes programas também têm características de tentar minimizar o abismo entre o que é acessar a internet por um computador desktop e um celular, melhorando a usabilidade e experiência do usuário – além do tamanho de tela reduzido, a maioria dos celulares não possui um teclado que facilite a entrada de texto e um mouse para uma navegação rápida por toda página.

Os navegadores têm trazido funcionalidades de zoom e adequação do conteúdo para uma melhor apresentação ao usuário, tentando assim resolver o problema da tela pequena. Alguns tentam reduzir os códigos das páginas para tornar o carregamento mais rápido e mais barato. Mostrar a versão mobile de muitos sites ou a versão desktop também é uma opção dos navegadores que possibilitam o zoom para melhorar a visualização do site, mas essa é uma discussão da One Web.

Se você não quer sofrer e ter uma boa usabilidade ao acessar a Internet pelo seu celular, recomendo que teste o navegador próprio do seu celular e também programas de terceiros. Tudo pode influenciar, desde o seu próprio uso e conteúdo visitado até como ter touch screen ou acesso mais rápido com 3G ou WiFi.

Então, se o seu celular não é nenhum da última linha de produção com as maiores telas e milhares de funcionalidades, mas já possui Java por exemplo, pode ter um navegador melhor para acessar a Internet e ter uma boa experiência.
Veja os reviews de alguns navegadores no JMobi parte 1, parte 2 e parte 3 para escolher o melhor para você.

Saiba um pouco mais sobre mobile browsers.

Mobile web design – dicas, boas práticas, usabilidade, tendências…

cellphone A Smashing Magazine publicou no começo da semana um artigo muito bom titulado Mobile Web Design Trends For 2009.

O artigo é bem completo e trata de vários pontos cruciais em desenvolvimento para mobile web.
É comentado sobre o crescimento da velocidade da internet para os dispositivos móveis e com isso a maior liberdade de uso de imagens e até vídeos….
Também se fala um pouco do uso de sub-domínios como m. ao invés do .mobi (assunto bem discutido pelo Eric Santos [Que endereço escolher para o meu mobile site?] e pelo Beto Toledo [Qual o domínio certo para um site mobile?])
Traz as dificuldades que os designers têm com a variedade de tamanhos de telas e o celular como novo meio e mídia….
Mostra algumas dicas técnicas e não-técnicas para o desenvolvimento de mobile sites como o bom uso da linguagem até conhecer seu público-alvo. Mais sobre isso, recomendo também a leitura do meu post sobre “Criação de mobile sites com uma boa arquitetura da informação”.
Para fechar, recomendações sobre testar sua criação em várias ferramentas e validadores mostram como é importante dar valor a todas boas práticas para garantir o sucesso na maioria de aparelhos.

O que sempre digo: criar mobile sites não é um bicho de 7 cabeças, apenas é necessário conhecer as limitações desse mundo e sempre ter em mente todas boas práticas.

Ainda hoje li dois bons artigos da Talita Pagani no Outrolado: Websites para mobile não são miniaturas dos sites convencionais – parte 1 e parte 2. Fica a dica…

[update]
Três sugestões do Guy:
Effective Design for Multiple Screen Sizes
Mobile App Design: Getting to the Point – Part I
Mobile App Design: Getting to the Point – Part II

Criação de mobile sites com uma boa arquitetura da informação

mobile site styles

Alguns fatores como telas maiores e acesso a rede WiFi, tornaram o acesso à Internet por dispositivos móveis bem mais comum nos dias de hoje e o número dos sites para esses dispositivos também têm aumentado. Mas acesso desktop e acesso mobile são bens diferentes e não podemos simplismente miniaturizar nossos sites.

Com o lançamento do iPhone e sua revolução na interface dos celulares, telas touch screen mais presentes, o avanço nas tecnologias dos mini-bowsers, melhores planos de dados pelas operadoras, redes WiFi mais presente e até mesmo a 3G começando no Brasil, a necessidade do acesso a Internet e sua vasta gama de serviços a qualquer momento e em qualquer lugar agora pode ser resolvido com seu companheiro 24hs, seu celular!
Mas você pensa: “Acessar com meu celular? Acessar meus blogs favoritos, meu e-mail e muito mais?? Ta louco… isso vai ser muito ruim (‘caso seu celular não seja tão novo e ainda tenha tela pequena’), demorado e caro!!!”
E é nessa hora, que quem desenvolve serviços e conteúdos na internet, tem que pensar em como disponibilizar isso para os celulares. Estudar seu caso, seu serviço, seu site e seu público já faz parte da criação de websites, mas muito também tem que ser analisado para versões acessíveis por outros dispositivos além dos browsers desktop.

Criação de interfaces
Você está criando seu website e tem que fazer uma versão mobile. É simples, não? só fazer um CSS diferente, com o conteúdo em uma coluna só e está pronto certo? Ao menos que seu site tenha poucos páragrafos de conteúdo e uma ou outra imagenzinha só, não é tão fácil não.
Imagine na dificuldade de leitura e navegação por celular em um site com um monte de conteúdo. Imagine nos gastos para baixar várias imagens e até mesmo vê-las tendo que navegar para o lado e para baixo se forem grandes.

No mercado existem vários modelos de celular com tamanhos diferenciados de telas, e, dependendo do seu conteúdo, você precisa adequá-lo conforme as restrições destes tamanhos.

mobile screens area and size

Muitas soluções existem para vários problemas relacionados a esse tema.

# Descobrindo as características do celular que está visitando seu site (vou abordar esse tema outro dia), você pode simplesmente apresentar seu site com uma coluna de conteúdo e sem imagens para celulares com telas pequenas ou posicionar melhor os elementos para telas maiores.
# Muitos celulares usam navegadores nativos, mas os mais modernos usam versões mais sofisticadas de mini-browsers do Opera, Safari e Internet Explorer. Geralmente esses mini-browsers tem sua própria renderização do conteúdo para adequar ao tamanho da tela, mas isso muitas vezes é apenas um zoom out ou uma minituarização do site. Pode também ser preciso descobrir esses casos para fornecer versões diferenciadas.
# Celulares geralmente tem problemas com cores e até imagens em background, assim como restrições totais ou parciais de tipos de conteúdo e Javascript, então sempre é recomendado aplicar estilos simples tomando cuidado com tonalidades de cores e usar o mínimo de Javasript ou mesmo descartá-lo.

Seu conteúdo e seu público
Você pode ter deste um pequeno site pessoal com algumas informações até um portal provedor de notícias e serviços, e cada caso tem seu conteúdo e seu público. Analisar quem você atinge e com o quê traz a necessidade de diferentes versões mobile de seu site.

Ao menos que acesse via WiFi ou tenha planos de dados, infelizmente acessar a internet pelo celular é caro e ainda lento. Sites para dispositivos móveis devem ser pequenos/leves, diretos e com boa navegação/usabilidade.
<< Sites com pouco conteúdo
Tente especificar/separar seu conteúdo e ter uma lista das opções para um acesso rápido e direto.
<< Sites de notícias, blogs
Minimize o tamanho das páginas com listas das categorias e dos itens do seu conteúdo. Apresente resumos pequenos antes de mostrar todo o texto.
<< Serviços
Selecione poucas (e simples) funcionalidades possíveis para o celular. Deixe de forma direta ações frequentes como por exemplo buscas ou filtragens.

Os usuários agem diferentes dependendo do ambiente ou contexto que estejam e seu site/serviço pode ser muito dependente disso para ter sucesso.
>> Visitante casual
Uma pessoa pode estar navegando em seu site para conhecê-lo ou obter informações a respeito, pode simplesmente estar passando. Se você não precisa prendê-lo ao site, dê a ele uma boa experiência e boas informações.
>> Visitante frequente
Caso tenha um blog ou um serviço de notícias por exemplo, você deve analisar o caso dos visitantes que sempre vão voltar, e para eles você tem que fornecer uma boa navegação e uma apresentação leve para não cansarem e deixar de acessar seu site.
>> Visitante apressado
Imagine uma pessoa que precise de uma definição de uma palavra, ou um telefone em 5 minutos. A versão mobile do seu site/serviço deve facilitar e agilizar o acesso ao o que o usuário precisa.

Pela limitação de recursos, para criar um site acessível por dispositivos móveis é preciso estudar o seu caso e ter uma boa noção de arquitetura de informação. Nunca pense que é simplesmente “minituarizar” seu site!

Apesar de ter ficado grande o texto, não me aprofundei muito no assunto. Tem muita coisa sobre esse tema ainda. Em breve escreverei mais sobre isso.
Adoraria ter um discussão construtiva sobre o assunto, então deixe o seu comentário.
Quem quiser saber mais também, eu tenho vários links bons sobre o assunto.

FriendFeed – rede social de lifestreaming

FriendFeed

FriendFeed é mais um serviço da Web 2.0 que faz lifestreaming dos seus conhecidos e amigos. Conheça ele e o meu.

OK, vamos por partes.
O conceito de lifestreaming vem da idéia de concentrar todas as atividades e conteúdo produzidos por uma pessoa. O Wasabi foi um serviço que tentou fazer isso há um bom tempo atrás mas não era sua hora ainda. Hoje, tanto Facebook como Orkut, já fazem isso mostrando as atualizações dos usuários.
O Tiago Dória falou bem sobre no futuro seguiremos pessoas e não apenas blogs, vale uma pasada por lá.

Ta certo, então, juntar conteúdo gerado por pessoas?
Blogs, RSS’s estão crescendo tanto na Internet que é impossível de acompanhar o fluxo tão grande de informações. Para resolver isso, tentamos agrupar os que mais nos interessam em agregadores, como Netvibes, e facilitar um pouco. Mas, ainda sim, não temos 6 horas diárias livres para ler tudo (ou vocês têm??? 🙄 ).

Todos temos conhecidos, amigos, companheiros de trabalho que muitas vezes tem os mesmos interesses de leitura, seguem os mesmos blogs, etc, então é bem mais fácil ver o que eles estão lendo e recomendando, ou seja, já filtraram os conteúdos.
Então, com ferramentas agregadoras de feed’s, como Google Reader e Netvibes, podemos ir publicando o que nos interessa para compartilhar com outras pessoas.

Mas, a Internet tem muitos mais… Daí, com o FriendFeed, você cadastra suas contas de del.icio.us, Flickr, twitter, blogs, Last.fm, Youtube e muitos outros serviços para mostrar ao mundo o que anda fazendo, lendo, vendo.
E, encontrando seus amigos, você vê o que eles estão fazendo…
O serviço está crescendo bastante e muitas outras ferramentas para ele estão surgindo.

Pessoalmente só tem uma coisa que não gosto nele: não dá pra filtrar serviços que eu não queira ver. Por exemplo, o pessoal escreve muito no twitter e isso polui muito o conteúdo, fica ruim de acompanhar…

Pessoal que já falou e está no FriendFeed:
Elcio Ferreira
Luiza Voll
Fábio Seixas
Terence Reis
Tiago Dória
muitos outros…

É isso aí pessoal, a Internet vai engolir a gente ainda com tanta coisa (ou já engoliu?).

Links
FriendFeed Pedro Bachiega
Atividades do Netvibes Pedro Bachiega
Netvibes Pedro Bachiega